Como as fintechs podem ajudar no desenvolvimento das PMEs

Como as PMEs podem utilizar fintechs

Estamos vivenciando um momento de modernidade e praticidade. Um dos indicadores deste fator é a expansão contínua da tecnologia como facilitadora dos aspectos da vida social e empresarial. Um dos melhores exemplos deste crescimento são as fintechs.

Para relembrar: fintechs são empresas que vêm revolucionando os costumes tradicionais e se mostrando cada vez mais relevantes para a sociedade. Representantes da nova economia, são responsáveis pela criação de um novo ramo da tecnologia, com objetivo de simplificar os serviços financeiros com a junção das áreas de finanças e tecnologia.

As fintechs tornam o mercado financeiro mais digital, e o principal, mais democrático. O que antes era possível realizar apenas em uma agência bancária, com alguns cafezinhos com o gerente, agora está apenas a um click de distância.

Neste artigo vamos analisar as 3 principais transformações que essas empresas fizeram no mercado:

1. Redistribuição de poder

Com a tecnologia foi possível, dentre as redistribuições de tarefas e meios de produção, também a redistribuição de poder.

As fintechs desenvolveram uma nova forma de atuação no mercado financeiro, sem burocracia, digital e com custo menor. Com isso,  o poder financeiro que pertencia exclusivamente às instituições financeiras passou, em boa parte, para as fintechs.

É claro que os bancos tradicionais sentiram a mudança de comportamento dos consumidores, que estão afoitos por inovações e soluções que atendam suas necessidades. A maioria  das instituições já lançaram seus braços digitais, e estão melhorando constantemente aplicativos, comunicação entre outros, mas é difícil acompanhar e impactar seus clientes com a mesma rapidez que a tecnologia avança, nem com a mesma velocidade das fintechs.

Portanto, as fintechs têm e sempre continuarão a ter os melhores serviços, pois seu foco principal sempre foi um determinado produto e uma estrutura mais enxuta, e com isso é possível ter rapidez suficiente para adaptar-se a demanda do seu cliente.

2. Inclusão financeira

Sem as burocracias e restrições dos bancos tradicionais, aqueles que antes não eram foco, ou não tinham momento de fala nas grandes instituições passaram a ter uma opção.

Com as fintechs, estudantes e pessoas de menor renda, por exemplo, podem abrir uma conta bancária e solicitar cartão, por exemplo, tudo feito online, sem taxas abusivas e com um atendimento mais humanizado.

Com isso, se torna possível para as pequenas e médias empresas, que tenham acesso a essa nova realidade financeira, com opções e benefícios diferenciados e personalizados de acordo com o capital que possuem.

Estamos na era da inclusão.

3. Peer-to-peer lending

O peer-to-peer lending, ou empréstimo coletivo, é uma forma de empréstimo que conecta empresas que precisam de crédito a investidores pessoas físicas que buscam uma boa rentabilidade, tudo 100% online.

As instituições de peer-to-peer lending recebem o formulário das empresas que precisam de crédito, fazem a seleção dessas empresas, com base em checagem de documentos e análise de risco, e disponibilizam na plataforma para que os investidores possam fazer seus aportes.

Como há interesse das duas pontas na transação (investidor e tomador), o objetivo da análise de crédito é mitigar ao máximo o índice de inadimplência ao investidor.

As vantagens do peer-to-peer são diversas, desde taxas de juros não abusivas, retornos sobre investimento maiores, processo sem burocracia e muito mais rápido.

Desta forma, o peer-to-peer passa a ser uma forma bastante atrativa de aplicar dinheiro. Claro que para isso é preciso escolher uma plataforma online, sólida e de qualidade, vale avaliar opiniões dadas pelos já clientes, e o histórico de empresas em seu portfólio.

 

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